sábado, 21 de maio de 2011

Até 2015, 25% de faculdades dos EUA devem aderir a e-books


Os livros impressos talvez estejam a caminho da escassez. Alguns dizem que talvez da própria extinção. Entre os argumentos que reforçam a tese de quem aponta os livros eletrônicos como protagonistas da próxima "revolução" na internet está a estatística de vendas de livros nos Estados Unidos.
Segundo a Associação Americana de Editores, as vendas de e-books em valor foram maiores que as dos livros convencionais no mês de fevereiro. A diferença já é de quase US$ 10 milhões a favor das versões eletrônicas (US$ 90 milhões contra US$ 81,2 milhões dos livros de papel). E mais: o crescimento dos e-books comparado ao ano passado foi de 202,3%.
Mas além dos Estados Unidos, a 'revolução' também acontece em outros países. Nações emergentes têm tentado atrair cada vez mais investimentos em tecnologia ou incentivar o consumo de aparelhos eletrônicos. No caso do Brasil, o Senado já aprovou a isenção de impostos para as obras eletrônicas no País. A iniciativa pode ajudar a dar fim a uma grande reclamação de leitores: o preço dos livros.
Outra medida importante é a fabricação do iPad no Brasil - anunciada neste ano. Ela pode também baratear o custo de tablets dependendo da tributação que o produto terá. Este fator pode contribuir ainda mais para a popularização dos e-books por aqui, já que o iPad, a exemplo de outros tablets, oferece suporte para a leitura de livros digitais.
Entre as vantagens do e-book está o custo menor por não haver necessidade de impressão. Outra é a facilidade para comprar online. O livro está disponível imediatamente após a aquisição, não precisa ser entregue por uma   
  


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